Tudo tem princípio e fim

Neste livro delicado, a autora demonstra um olhar poético sobre o cotidiano, mesmo em suas atividades e fatos mais simples. De maneira singular, buscando sempre a beleza e o inusitado, até nos momentos mais despretensiosos, Marina Colasanti mostra que a poesia está nos olhos de quem vê e que tudo tem seu lado lírico. Somos convidados a renovar as percepções sobre os objetos e as situações que nos cercam e a enxergá-los com um novo encantamento. Assim, na brevidade de cada instante, a poesia se faz presente na vida de cada um.

Poemas da minha terra tupi

Jaguaré, jururu, pirão e pororoca… Toda criança brasileira, quando aprende a falar, aprende também um bocado de palavras de origem tupi. São palavras que falam da paisagem, dos bichos, das plantas e do jeito de ser da gente daqui. E não é que muitas delas vieram passear nos versos singelos deste livro de poemas, esperando que o leitor as reconheça? Com texto e ilustrações de Maté, “Poemas da minha terra tupi” celebra, com curiosidades, histórias, cor e alegria, o significado de muitas palavras e expressões que usamos no dia a dia, 38 das quais são apresentadas em um glossário, no final do livro.

Colo de avó

Tem avó que a gente conhece, tem avó que a gente não chega a conhecer. Tem avó de sangue, tem avó por adoção. De um jeito ou de outro, nossas avós estão sempre com a gente: é delas que vem nosso jeito especial ou aquele ditado que ninguém da família esquece. Neste livro, a autora e a ilustradora fazem uma divertida e poética homenagem a todos os tipos de avós!

A poesia pede a palavra

Palavras miúdas e simples, como Até, Igual, Talvez, Quem e Se são o ponto de partida para uma obra poética cheia de rimas e metáforas. Da dupla Lalau e Laurabeatriz, que já assinaram 50 livros juntos, todos os 24 poemas do livro falam das coisas simples, bonitas, profundas e complexas da vida. Do vaga-lume que brilha, sozinho, numa noite cheia de estrelas, à constatação ética e poética de que eu, tu, ele, nós, vós e eles somos iguais, afinal de contas. O humor também aparece – se há mais mistério entre o céu e o telescópio, o que há entre o olhar e o caleidoscópio? E, como poesia boa deixa sempre aquele ponto de interrogação dentro da gente, aqui, a certeza fica em dúvida e nasce então um talvez!