Dumazi e o grande leão amarelo

Dumazi, uma menina zulu, foi ao poço levando seu grande cântaro vazio. Queria enchê-lo de água. Chegando lá, deparou-se com um enorme leão amarelo, preso numa armadilha, pedindo ajuda. Compadecida, ela solta o grande animal, mas impõe uma condição: mesmo que ele esteja com fome, precisa poupá-la. O leão aceita. Será que ele vai cumprir a promessa? Para proteger-se, Dumazi terá de contar com a ajuda de outros animais. Uma história surpreendente sobre o embate entre o mais forte e o mais esperto.

Tapajós

Cauã e Inauê vivem às margens do Jari, um pequeno canal que liga o rio Amazonas ao rio Tapajós, no estado do Pará. Os irmãos vivem em uma casa simples, de palafitas, com os pais e Titi, o jabuti de estimação da família. Mas o personagem principal do livro é, na verdade, o próprio cenário da pequena vila, que é de encher os olhos.

Todo mundo é misturado

Pablo, o novo menino da classe de Júlia, é boliviano. Curiosa, ela logo quer saber mais sobre ele, mas seus colegas de classe não tem uma opinião tão favorável sobre o aluno novo que veio de longe. Uma série de mal-entendidos e palavras trocadas em português e espanhol armam um cenário nada amigável para Pablo. Será que Júlia conseguirá ajudar o novo amigo e fazer todos entenderem que, no fundo, somos todos “misturados”?

O guarda-chuva

Um cachorro encontra um guarda-chuva vermelho. Uma rajada de vento começa a soprar, e ele é levado para as nuvens. Logo, o cachorro inicia uma viagem com muitas aventuras, repleta de emoções. Com o guarda-chuva fazendo as vezes de barco, balão e até esqui, o mascote inicia um passeio por diversas regiões do mundo, da savana africana ao polo Norte. Vamos viajar com ele?

O amuleto da chuva

O clima no Saara Verde está mudando: as chuvas estão cada vez mais escassas e os rios e lagos que provêm o sustento do Povo do Peixe estão secando. Longe dali, o nômade Povo do Boi também está sofrendo: a seca cada vez mais severa está destruindo as pastagens de seus animais. Tendo sido culpada pela falta de chuva por um novo líder impiedoso, Madih,curandeira e vidente do Povo do Peixe, precisa fugir com Arinê, sua filha adotiva e aprendiz. Em busca de uma solução que traga novamente as nuvens e a chuva para a região, as duas partem em jornadas distintas que as fazem confrontar os ancestrais e as tradições e buscar novos aliados para sobreviver.

Homem de lata

Premiada, esta aventura para jovens leitores oferece reflexões sobre os sentimentos, o mundo e suas metáforas: “Como algo que caiu do céu pode ser ruim?” A curiosidade pelo novo, o encantamento por quem é diferente e a relação de amizade entre o menino Sabiá e um robô que aterrissa no sertão pensando estar em Marte. Enquanto o robô estuda e explora o solo e a vegetação desse planeta estranho, Sabiá o observa, escondido dos pais. Dessa amizade inusitada, ambos os personagens aprendem o valor das relações e da troca de conhecimento. Bastante original, a obra une o universo do sertão ao da ficção científica e leva os jovens leitores a uma viagem por diferentes emoções e pontos de vista. Narrado por uma voz que compreende o dia a dia da família sertaneja e a surpresa do homem de lata, que acredita estar diante de alienígenas, o livro instiga e emociona.

Dedé e os tubarões

Durante as férias, num dia em que seus pais decidiram preparar um prato misterioso, Lelê tem que tomar conta de seu irmão mais novo, Dedé. É óbvio que ela não quer, mas quando Dedé decide brincar com seu novo brinquedo favorito, o aplicativo do Google Earth instalado no tablet do pai, e procurar tubarões na costa da Austrália, Lelê decide dar uma chance ao irmão e entrar na brincadeira. Como será que essa farra vai terminar?

A queda dos Moais

Finalmente as férias chegaram, e Joaquim pode se divertir. Acontece que seus pais decidiram levar a família para conhecer a Ilha de Páscoa e, segundo o garoto, não há nada ali, além do fato de a grande atração do local ter caído de cara no chão. Assim começa a saga do clube PaSNo – Pais Sem Noção – uma hilária e curiosa viagem pelo mundo dos moais e pelas mais diversas formas de escrita. Em uma narrativa ficcional que percorre 29 tipos de texto, A queda dos moais trata, principalmente, de grandes momentos compartilhados com quem mais amamos, da perspectiva de um pré-adolescente.

A toalha vermelha

Ilustrado com uma técnica na qual se utiliza fita crepe, o novo livro de Fernando Vilela é uma fantástica narrativa visual, as imagens presentes em cada página preenchem a curiosidade e o imaginário dos leitores sobre o planeta Terra, mais especificamente sobre o fundo do mar. O livro começa da mesma forma como termina: com uma imagem distante da Terra. A cada página virada, as ilustrações fazem o papel de uma lupa, aproximando o leitor da história de uma toalha vermelha, perdida no litoral brasileiro e que viaja o mundo até chegar a um anzol de um pescador chinês.

Abrapracabra!

Perto de sua casa, caminhando animada, dona cabra encontrou uma lâmpada encantada”“Eu sempre tive vontade de fazer histórias fantásticas com personagens que atravessam portais e se transportam para outros lugares. Isso sempre me fascinou. Usei isso para explorar o recurso do livro-objeto, do livro interativo”, diz o autor. Na história, dona cabra caminhava perto de sua casa quando encontrou uma lâmpada encantada. “Pense uma palavra mágica, mas cuidado ao falar, um desejo imaginado ela irá realizar”, disse o gênio. “Abrapracabra!”, gritou o bicho! Uma grande aventura se inicia. Dona cabra viaja para os mais inusitados lugares do mundo e faz amizade com vários animais como um urso polar, um camelo e um peixe espada. Juntos, eles mostram que quem tem um amigo, nunca está sozinho, mesmo nas situações mais complicadas!