Quem matou o saci?

A detetive Billy Conrado e o detetive Joaquim de Jeremias colhem pistas e não poupam esforços para solucionar o misterioso assassinato de um conhecidíssimo personagem do folclore brasileiro. Quem teria motivos para matar o Saci Perereira? Muitos personagens são suspeitos, mas quem seria o verdadeiro culpado? De forma bem-humorada e original, Alexandre de Castro Gomes cria uma história de detetive instigante ao mesmo tempo em que faz um surpreendente passeio pelo folclore brasileiro.

Diomira e o Coronel Carrerão

Era uma vez um príncipe que abriu mão da fortuna e saiu pelo mundo com a roupa do corpo. Era uma vez um caipira que vivia com um papagaio dentro de um saco. Era uma vez um homem muito esperto que bateu na casa de uma viúva dizendo ter notícias do marido morto. Era uma vez um homem muito bravo que vivia sozinho em sua fazenda sem ninguém pra lhe fazer companhia nem pra tirar um dedo de prosa. Sua rabugice espanta todo mundo. As pessoas queriam distância do velho mandão que só sabia reclamar. Esse era o coronel Carrerão, na casa de quem Diomira foi trabalhar. Só que a moça, muito esperta, acabou descobrindo um jeito de pôr fim na rabugice do velho. Descubra nas páginas de Diomira e o coronel Carrerão.

As 14 pérolas da Índia

Numa manhã crepuscular, o Deus Supremo olhou para a fileira de homens de barro e finalmente descobriu o local apropriado para esconder a chave da felicidade. – É isso! – gritou Brahma. – Os homens nunca vão pensar em procurar a chave da felicidade no lugar em que estou pensando em escondê-la.

Aminata, a tagarela

Em Aminata, a tagarela, a pequena Aminata, filha caçula do tecelão Amadu, quer saber por que não pode aprender a tecer. A resposta está nas lendas e nos provérbios do seu povo. Graças à avó Nakuntê, ela encontra um novo talento e compreende que, no mundo Bamana, os homens tecem palavras e as mulheres pintam segredos. Um enredo cheio de belas surpresas (como a história de Djoliba, o grande rio Níger) e com um final emocionante.

As 14 pérolas budistas

Num templo budista, um monge queria porque queria alcançar a iluminação o mais rápido possível. Para isso, meditava mais que os outros, recitava mantras sem parar e jejuava mais do que o necessário. Com o passar do tempo, o jovem foi emagrecendo, seu aspecto era terrível, mas mesmo assim, continuava suas práticas sem esmorecer. Certa manhã, o mestre do templo interrompeu um mantra do seu ansioso aluno e perguntou: – Por que tamanha pressa, meu querido monge?