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A poesia pede a palavra

Unindo rima, ritmo, natureza e humor, a nova obra de Lalau e Laurabeatriz infunde à vida e ao cotidiano uma aura de poesia. Andorinhe-se! Horizonte-se! A poesia está em tudo – nas pequenas palavras, que a poesia pede emprestadas para fazer diversão, e nos poemas em que profundidade e leveza, longe de se excluírem, se enlaçam. O título do livro convida logo de cara a pensarmos no tema: o que é a palavra? O que é a poesia? Por que escolhemos algumas palavras e não outras na hora de escrever sobre algo? O tempo, a natureza, o pensamento, a certeza e a dúvida, o palhaço e a plateia, a igualdade e o amor, que sempre vale a pena, estão aqui. As rimas e o ritmo dão ao livro uma oralidade gostosa, para brincar enquanto se lê. Pulando de palavra em palavra, mergulhamos na poesia, vamos nos poemando. Ler com os alunos em voz alta, resgatando essa oralidade, que sempre acrescenta mais uma camada de sentidos, é um bom ponto de partida para conceder à poesia lugar e voz.

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Descrição

Palavras miúdas e simples, como Até, Igual, Talvez, Quem e Se são o ponto de partida para uma obra poética cheia de rimas e metáforas. Da dupla Lalau e Laurabeatriz, que já assinaram 50 livros juntos, todos os 24 poemas do livro falam das coisas simples, bonitas, profundas e complexas da vida. Do vaga-lume que brilha, sozinho, numa noite cheia de estrelas, à constatação ética e poética de que eu, tu, ele, nós, vós e eles somos iguais, afinal de contas. O humor também aparece – se há mais mistério entre o céu e o telescópio, o que há entre o olhar e o caleidoscópio? E, como poesia boa deixa sempre aquele ponto de interrogação dentro da gente, aqui, a certeza fica em dúvida e nasce então um talvez!

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