Sertão das arábias

Revisitando contos das Mil e uma noites, o autor e ilustrador Fábio Sombra cria uma obra original e inusitada, na qual personagens tipicamente brasileiros revivem, à sua maneira e com muito humor, algumas das histórias narradas por Sherazade. Divirta-se com as sete viagens do vaqueiro Sibá Romão, encante-se com o menino Raimundim e sua lamparina velha e conheça um gari chamado Vavá, que, sem querer, descobre um tesouro imenso guardado por um bando de cangaceiros.

Quem matou o saci?

A detetive Billy Conrado e o detetive Joaquim de Jeremias colhem pistas e não poupam esforços para solucionar o misterioso assassinato de um conhecidíssimo personagem do folclore brasileiro. Quem teria motivos para matar o Saci Perereira? Muitos personagens são suspeitos, mas quem seria o verdadeiro culpado? De forma bem-humorada e original, Alexandre de Castro Gomes cria uma história de detetive instigante ao mesmo tempo em que faz um surpreendente passeio pelo folclore brasileiro.

Os imaginários

Os Imaginários, escrito pelo renomado autor britânico A. F. Harrold, poeta e mestre das palavras para crianças e jovens, é um livro que, desde a primeira página, cativa os leitores sobre essa história tão comum que é ter um amigo invisível. Apenas Amanda conseguia ver seu amigo imaginário, Rodger, até o sinistro sr. Tordo bater à sua porta. O sr. Tordo caça imaginários. Será que os dois amigos sobreviverão a essa aventura?

O clube dos caçadores de códigos: o mistério do tesouro do pirata

Cody, Quinn, Luke e M.E. são os Caçadores de Códigos. Eles têm verdadeira paixão por enigmas. Em um passeio da escola à Missão de Carmel, eles aprendem a história do único pirata conhecido da Califórnia e de seu tesouro perdido. Agora, os Caçadores de Códigos estão no rastro de uma nova conquista: ouro de pirata! Mas será que eles conseguirão desvendar os mapas misteriosos? E você, consegue decifrar o código? Desafie seu cérebro na companhia dos Caçadores de Códigos e descubra se possui as habilidades necessárias a um exímio detetive.

Ludi na floresta da Tijuca

Uma novidade inesperada anima a família Manso. Seu nome? Herculano, o novo namorado de Marga. Para conhecê-lo, Ludi, seus pais e irmãos embarcam no fusca de seu Marcos direto para… o século XIX! Como tudo na família dessa já conhecida marquesa – assim chamada numa deliciosa referência a Monteiro Lobato -, o que seria um simples piquenique na Floresta da Tijuca vira uma viagem no tempo que a põe às voltas com o reflorestamento do local. Ludi nos leva a atravessar a ponte que separa a floresta, tal como é hoje, da floresta da época do Império, devastada e em processo de recuperação.

O amuleto da chuva

O clima no Saara Verde está mudando: as chuvas estão cada vez mais escassas e os rios e lagos que provêm o sustento do Povo do Peixe estão secando. Longe dali, o nômade Povo do Boi também está sofrendo: a seca cada vez mais severa está destruindo as pastagens de seus animais. Tendo sido culpada pela falta de chuva por um novo líder impiedoso, Madih,curandeira e vidente do Povo do Peixe, precisa fugir com Arinê, sua filha adotiva e aprendiz. Em busca de uma solução que traga novamente as nuvens e a chuva para a região, as duas partem em jornadas distintas que as fazem confrontar os ancestrais e as tradições e buscar novos aliados para sobreviver.

Homem de lata

Premiada, esta aventura para jovens leitores oferece reflexões sobre os sentimentos, o mundo e suas metáforas: “Como algo que caiu do céu pode ser ruim?” A curiosidade pelo novo, o encantamento por quem é diferente e a relação de amizade entre o menino Sabiá e um robô que aterrissa no sertão pensando estar em Marte. Enquanto o robô estuda e explora o solo e a vegetação desse planeta estranho, Sabiá o observa, escondido dos pais. Dessa amizade inusitada, ambos os personagens aprendem o valor das relações e da troca de conhecimento. Bastante original, a obra une o universo do sertão ao da ficção científica e leva os jovens leitores a uma viagem por diferentes emoções e pontos de vista. Narrado por uma voz que compreende o dia a dia da família sertaneja e a surpresa do homem de lata, que acredita estar diante de alienígenas, o livro instiga e emociona.

Eu sou uma noz

Eu sou Omar e sou uma noz! Omar “cai” no quintal de uma advogada, vindo de um lugar longínquo, num barco-noz que naufragou. Sua tarefa: sobreviver e convencer um juiz de que, por ser uma noz, precisa ficar com Marinetti, uma advogada solitária e briguenta que deseja cuidar dele. Quando a realidade é absurda, um menino ser uma noz faz todo sentido. O discurso do narrador, os depoimentos de Omar e da vizinhança onde ele “caiu” nos conduzem, com suas múltiplas vozes, nesse conto de renascimento e imaginação. Sobrevivendo, Omar trouxe vida a uma comunidade e revelou, não apenas suas origens, mas também a de todos nós: quem nunca teve asas de borboleta, voou feito passarinho ou se sentiu um pêssego ou, quem sabe, nasceu castanha sem saber?

A queda dos Moais

Finalmente as férias chegaram, e Joaquim pode se divertir. Acontece que seus pais decidiram levar a família para conhecer a Ilha de Páscoa e, segundo o garoto, não há nada ali, além do fato de a grande atração do local ter caído de cara no chão. Assim começa a saga do clube PaSNo – Pais Sem Noção – uma hilária e curiosa viagem pelo mundo dos moais e pelas mais diversas formas de escrita. Em uma narrativa ficcional que percorre 29 tipos de texto, A queda dos moais trata, principalmente, de grandes momentos compartilhados com quem mais amamos, da perspectiva de um pré-adolescente.