O apanhador de sonhos

Era uma vez um garoto chamado Zacarias que queria porque queria ganhar um cachorro peludão com olhos da cor de chocolate. E tanto queria, que vivia sonhando com o tal cachorro, até que, numa noite, acordou e lá fora encontrou O Apanhador de Sonhos. Daí… Daí, rola a história! E história é como sonho. Às vezes, fica dentro da gente. Às vezes, cisma de virar realidade.

Ludi e os fantasmas da Biblioteca Nacional

Um inocente passeio num dia de sábado leva a família Manso a descobrir os mais escondidos – e fantasmagóricos – segredos da Biblioteca Nacional. Acompanhe a excursão de Ludi e sua família e conheça de perto a mais antiga e mais importante biblioteca do Brasil, e alguns dos livros e documentos mais raros de seu acervo, como a Bíblia de Mogúncia e o Livro de horas.No entanto, durante a visita nem tudo sai como planejado, e logo os Manso conhecem alguns dos habitantes mais ilustres da biblioteca. Quem serão eles?

Ludi na chegada e no bota-fora da família real

Como seria estar presente no momento em que a Família Real desembarcou no Rio de Janeiro? Neste livro, o leitor descobrirá. Misturando, com muita habilidade, História e ficção, a autora apresenta aos jovens leitores uma visão bem-humorada, e também didática, desse episódio fundamental da História do Brasil. Junto de Ludi e sua família, os Manso, os leitores farão uma viagem pelo tempo e irão viajar pelo Rio de Janeiro do início do século XVII, presenciando um pouco o cotidiano da época e observando de perto as mudanças que ocorreram com a vinda de D. João e sua família para o Brasil.

Ludi vai à praia

Ludimila estava em casa, entediada, tentando resolver os enormes problemas em que tinha se metido: estava em recuperação – justo em Português, para horror da mãe jornalista –, tinha dever de casa e só queria ver televisão. Foi então que uma estranha brisa soprou pela janela, e Ludi resolveu ir à praia do Flamengo, bem no instante em que uma onda enorme apareceu. Engolida pelas águas, Ludi – ou a Marquesa dos Bigodes de Chocolate – se viu no Fundo da Baía de Guanabara, cercada de criaturas que, junto com o Zé do Polvo, a Dona Concha, o Tatuí e o Rei Barbatano, precisavam de ajuda para despoluir o reino dos peixinhos, moluscos e crustáceos.

Gildo

Gildo é muito corajoso. Ele gosta de montanha-russa, de avião, de filme de terror e de cantar em público. Mas como quase todo mundo, existe uma coisa que o deixa apavorado… Sempre na noite anterior a alguma festinha de aniversário de um amigo, ele não consegue pregar os olhos, por que será?

Homem de lata

Premiada, esta aventura para jovens leitores oferece reflexões sobre os sentimentos, o mundo e suas metáforas: “Como algo que caiu do céu pode ser ruim?” A curiosidade pelo novo, o encantamento por quem é diferente e a relação de amizade entre o menino Sabiá e um robô que aterrissa no sertão pensando estar em Marte. Enquanto o robô estuda e explora o solo e a vegetação desse planeta estranho, Sabiá o observa, escondido dos pais. Dessa amizade inusitada, ambos os personagens aprendem o valor das relações e da troca de conhecimento. Bastante original, a obra une o universo do sertão ao da ficção científica e leva os jovens leitores a uma viagem por diferentes emoções e pontos de vista. Narrado por uma voz que compreende o dia a dia da família sertaneja e a surpresa do homem de lata, que acredita estar diante de alienígenas, o livro instiga e emociona.

Juju e a árvore da amizade

Juju, a menina alegre e divertida que adora cores e brinca de associá-las a diferentes significados, agora tem um novo desafio: cuidar bem de seu jardim de amigos e deixar a vida mais colorida, compartilhando experiências e aprendizados por aí!Assim como há diferentes tipos de plantas, há diferentes tipos de amigos. Como então regar a amizade para colher lindos frutos duradouros? Juju e seus amigos dão dicas de como preservar a natureza e como plantar mudinhas no algodão, em garrafas pet e até na casca do ovo!

Kabá Darebu

“Nossos pais nos ensinam a fazer silêncio para ouvir os sons da natureza; nos ensinam a olhar, conversar e ouvir o que o rio tem para nos contar; nos ensinam a olhar os voos dos pássaros para ouvir notícias do céu; nos ensinam a contemplar a noite, a lua, as estrelas…”​Kabá Darebu é um menino-índio que nos conta, com sabedoria e poesia, o jeito de ser de sua gente, os Munduruku.

Eu sou uma noz

Eu sou Omar e sou uma noz! Omar “cai” no quintal de uma advogada, vindo de um lugar longínquo, num barco-noz que naufragou. Sua tarefa: sobreviver e convencer um juiz de que, por ser uma noz, precisa ficar com Marinetti, uma advogada solitária e briguenta que deseja cuidar dele. Quando a realidade é absurda, um menino ser uma noz faz todo sentido. O discurso do narrador, os depoimentos de Omar e da vizinhança onde ele “caiu” nos conduzem, com suas múltiplas vozes, nesse conto de renascimento e imaginação. Sobrevivendo, Omar trouxe vida a uma comunidade e revelou, não apenas suas origens, mas também a de todos nós: quem nunca teve asas de borboleta, voou feito passarinho ou se sentiu um pêssego ou, quem sabe, nasceu castanha sem saber?

Caça ao tesouro

Partir em busca de um tesouro é uma aventura que povoa a imaginação de todos nós. Quem gosta de dar asas à imaginação pode começar a viver esta aventura de verdade. Caça ao Tesouro é um livro, é um jogo, é uma viagem.

A queda dos Moais

Finalmente as férias chegaram, e Joaquim pode se divertir. Acontece que seus pais decidiram levar a família para conhecer a Ilha de Páscoa e, segundo o garoto, não há nada ali, além do fato de a grande atração do local ter caído de cara no chão. Assim começa a saga do clube PaSNo – Pais Sem Noção – uma hilária e curiosa viagem pelo mundo dos moais e pelas mais diversas formas de escrita. Em uma narrativa ficcional que percorre 29 tipos de texto, A queda dos moais trata, principalmente, de grandes momentos compartilhados com quem mais amamos, da perspectiva de um pré-adolescente.