Um porco vem morar aqui!

Quando um Porco se muda para o apartamento vago, os outros bichos ficam apavorados. “Porcos são sujos e bagunceiros”, dizem Gabriela Galinha, Clóvis Coelho e Doutor Raposo, e logo culpam seu novo vizinho por tudo que acontece de errado. Mas quando vão visitá-lo para reclamar, descobrem o quanto tinham se enganado!

Quem matou o saci?

A detetive Billy Conrado e o detetive Joaquim de Jeremias colhem pistas e não poupam esforços para solucionar o misterioso assassinato de um conhecidíssimo personagem do folclore brasileiro. Quem teria motivos para matar o Saci Perereira? Muitos personagens são suspeitos, mas quem seria o verdadeiro culpado? De forma bem-humorada e original, Alexandre de Castro Gomes cria uma história de detetive instigante ao mesmo tempo em que faz um surpreendente passeio pelo folclore brasileiro.

Pedro e Tina

Pedro fazia tudo torto; se quisesse desenhar uma linha, ela saía torta; os cordões de seus sapatos nunca estavam bem amarrados. Já Tina fazia tudo certinho. Um dia, eles se encontraram e Pedro ficou encantado com o jeito de Tina fazer tudo certinho, mas Tina bem que gostaria que tudo que fizesse não fosse tão perfeito.

Orelha de limão

“Era uma vez uma pequena ovelha, igual a todas as outras. Só uma coisinha nela era diferente: uma de suas orelhas era amarelo-limão.” Mas quanta diferença! Por conta desse pequeno detalhe, uma orelha amarelo-limão, nada dava certo para a ovelha e ela sofria muito.

Obax

Quando o sol acorda no céu das savanas, uma luz fina se espalha sobre a vegetação escura e rasteira. O dia aquece, enquanto os homens lavram a terra e as mulheres cuidam dos afazeres domésticos e das crianças. Ao anoitecer, tudo volta a se encher de vazio, e o silêncio negro se transforma num ótimo companheiro para compartilhar boas histórias.

O gigante mais elegante da cidade

Em uma terra mágica habitada por seres miúdos e diversos, como pessoas, elfos e animais, há um gigante adorável e desalinhado chamado Jorge. Um dia, ele decide que é hora de repaginar o visual. Encontra uma nova loja no caminho e troca as roupas velhas e gastas por uma camisa, um par de calças, cinto, gravata, meias e sapatos pretos brilhantes. Tudo muito elegante. No entanto, quando se depara com uma série de animais que precisam de ajuda, ele imediatamente começa a distribuir suas roupas para ajudar. A gravata aquece o pescoço da girafa, a camisa se torna uma vela de barco, e um de seus sapatos novos, uma casa de rato. Mas… e o gigante elegante, como fica nessa história?

O homem que amava caixas

Este livro, delicadamente, explora a complexidade das emoções envolvidas quando se ama alguém, e mostra que, às vezes, o amor pode ser demonstrado através de atos e não de palavras. As ilustrações, de um colorido vivo, complementam o texto sensível e delicado.

O homem que roubava horas

“Eu roubo as horas para lhes dar tempo. Tempo de aprender a usar o tempo. Quem tem hora não tem tempo: tempo de olhar o tempo.”O novo livro de Daniel Munduruku conta a história de um homem sem nome, sem casa, cuja família era composta por um monte de cachorros. Ele tinha uma personalidade tão peculiar que mudou a forma das pessoas se relacionarem com o tempo e consigo mesmas.

O lobo voltou!

Quem tem medo do Lobo Mau? Através de vários clássicos infantis com este personagem nada amigável, o autor nos conta, com muito humor, histórias de Lobo de arrepiar! Aliás, o Lobo voltou! Mas será que ele ainda mete medo?História bem-humorada, que traz, em uma só história, várias referências a clássicos infantis.Texto claro e direto, que, com recursos gráficos, reforça o suspense e o humor da história.Imagens envolventes que brincam com o leitor, trazendo histórias intercaladas, além de vários tipos de textos: de jornais a contos.Premiado pela Revista Crescer.

O catador de pensamentos

Este livro conta a história de um velhinho chamado Sr. Rabuja que todas as manhãs percorre as ruas recolhendo todo o tipo de pensamentos. Pensamentos bonitos, feios, barulhentos, silenciosos, inteligentes, bobos, compridos, curtos. O Sr. Rabuja planta os pensamentos, que se transformam em flores e depois saem voando, colorindo o céu. Ele faz isso para que os pensamentos se renovem e, assim, nunca deixem de existir.