O mistério do colecionador

Um grupo de amigos que adora desvendar enigmas acaba envolvido em um verdadeiro caso policial. Cíntia, Julinha e Heitor estavam prontos para se divertir desbravando a Mata Atlântica na excursão de sua escola ao Sítio Rio Azul. Tudo parece ir muito bem até eles descobrirem que um traficante de animais silvestres tem outros planos para a excursão. Nessa aventura surpreendente, o leitor não vai parar um segundo. Se quebrar os códigos criados pelo professor Pedro, espalhados pela trilha no meio da mata, já é um grande desafio, imagine ter de enfrentar um misterioso e cruel colecionador de animais e seus perigosos comparsas.

O caso das bananas

Quem não gosta de uma história de suspense? Quem não gosta daquela inquietação para descobrir logo como se resolverá um mistério? Pois O Caso das Bananas é puro suspense. Enquanto o macaco dormia, suas bananas, pif!, desapareceram.​Quem teria comido as bananas do macaco? Esse é o mistério que vem agitando a mata e que vai levar o pequeno leitor a avançar página a página com prazer na leitura do livro. Desvendar o caso é a missão da investigadora Coruja. Missão nada fácil, pois todos os bichos são suspeitos e, para complicar mais ainda, cada um joga a culpa no outro. Não, não assim deslavadamente, mas por meio de enigmáticas insinuações. Porém, a Coruja, inteligente como ela só, vai decifrando uma a uma e, seguindo essas pistas, encontra a verdade.

O caso do favo de mel

Algum caso a ser resolvido na floresta? Chamem a Dona Coruja, a melhor investigadora da região! Após resolver o caso das bananas roubadas do Macaco e do pote quebrado do Marreco, chega às mãos da detetive outro mistério: o que houve com a Lagarta? Depois de um dia de trabalho procurando néctar nas flores uma abelha retorna à sua colmeia para descobrir que alguém comera seu mel. Quem será o gatuno? Ajudada por seus amigos das redondezas, a abelha interroga todos os suspeitos, mas será que conseguirá encontrar o responsável?

O caso do grande roubo do museu

O urubu está aflito: ele dirige o Museu da Mata, e o quadro mais valioso do acervo sumiu! Ele chama então Dona Aranha, especialista em tramas, para decifrar o mistério. Assim começa O caso do grande roubo do museu, novo livro de Milton Célio de Oliveira Filho. Como em outros “casos” do autor, neste o leitor também é convidado a desvendar o sumiço: cada bicho interrogado pela Dona Aranha deixa uma pista de qual será o próximo animal suspeito. Além das rimas, as ilustrações do premiado ilustrador Alexandre Rampazo dão dicas do que vamos encontrar ao virar a página. Quem será que vai descobrir o paradeiro da obra? E que outra surpresa esse quadro pode revelar?

O caso do pote quebrado

Dona Coruja é investigadora de renome e está encarregada de resolver o mistério: afinal, quem transformou em cacos o pote do Marreco? Dona Coruja ganhou destaque como investigadora depois de resolver O Caso das Bananas (publicado pela Brinque-Book em 2003). Agora, ela está de volta para ajudar o desolado Marreco a desvendar O Caso do Pote Quebrado.

O enigma da lagoa

Os bichos dependiam da lagoa. Sem ela não havia como se refrescar e saciar a sede – o pavão até mesmo a usava como espelho. Quando suas águas começaram a desaparecer, gota a gota, foi um rebuliço. Quem seria o responsável?

O caso da lagarta que tomou chá de sumiço

Algum caso a ser resolvido na floresta? Chamem a Dona Coruja, a melhor investigadora da região! Após resolver o caso das bananas roubadas do Macaco e do pote quebrado do Marreco, chega às mãos da detetive outro mistério: o que houve com a Lagarta? A história começa quando a preocupada Joaninha recorre à Dona Coruja, a fim de desvendar o paradeiro de sua amiga Lagarta. Com a primeira pista em mãos, a experiente detetive sai pela floresta perguntando aos animais se eles haviam visto a Lagarta desaparecida. A cada bicho interrogado, surgem novos vestígios e começa um jogo de adivinhação e suspense, no qual ganha quem conhece melhor a natureza. Acompanhe a Dona Coruja nessa aventura e descubra que fim teve a Lagarta fujona. As ilustrações de André Neves dão vida e colorido à história e acompanham o leitor na busca pela Lagarta.

Chin Chan Chun

Tudo lá era pequeno! Tudo lá era minúsculo! Num lugar não sei onde, existia uma ilha do tamanho de uma ervilha. Neste torrão mínimo, vivia uma gente miúda! No reino de Chan um raio de sol bronzeava um milhão de banhistas, um simples pé de vento virava um vendaval, um só guarda-chuva cobria tudo e um grão de arroz dava para o ano todo. Descubra em Chin, Chan, Chun que os grandes valores estão nas pequenas coisas!

…E a lua sumiu

A Lua sumiu, e os bichos reuniram-se para desvendar o mistério. Enquanto os vagalumes forneciam luzes de emergência, palpites pipocavam para todos os lados. A preocupação era única: que um dia, eles teriam a lua de volta para iluminar a noite escura?