Quem é ela?

Descubra quem é aquela com braços de polvo que tudo carrega e ouvidos de elefante que escutam a quilômetros de distância. Ela tem juba de leão e nariz de tamanduá. Cuidado, pois ela sente até cheiro de mentirinhas. Já sabe quem é ela? Para ilustrar o livro, Ionit Zilberman usou papelão e outras coisas que guarda em suas caixinhas de trecos: couro para a orelha do elefante, embalagens de comprimidos para as ventosas do polvo, tecidos e rendas.

As 14 pérolas da Índia

Numa manhã crepuscular, o Deus Supremo olhou para a fileira de homens de barro e finalmente descobriu o local apropriado para esconder a chave da felicidade. – É isso! – gritou Brahma. – Os homens nunca vão pensar em procurar a chave da felicidade no lugar em que estou pensando em escondê-la.

As 14 pérolas da mitologia grega

A mitologia grega faz parte do nosso cotidiano, sem mesmo nos darmos conta disso. Quando falamos de cronômetro (Titã Crono), de algo afrodisíaco (deusa Afrodite), de um presente de grego (Cavalo de Troia), ou de uma sensação de Pânico (Pã), são todos repertórios advindos da mitologia grega. Conhecê-los é compreender como nossa mente funciona e visualizar a beleza da criação humana. O livro As 14 pérolas da mitologia grega apresenta alguns contos desta cultura, que ressoam de forma única naqueles que os ouvem..

Até as princesas soltam pum

Laura é uma garotinha (como toda criança) bem curiosa e uma das questões que mais a intriga (e a seus colegas de escola também) é saber se as princesas soltam ou não pum. Ela recorre ao pai para esclarecer dúvida tão perturbadora, que, por sua vez, recorre ao antigo “livro secreto das princesas” e, com ele, a confirmação: “sim, Cinderela, Branca de Neve e até a Pequena Sereia sempre soltaram pum!”. Mesmo diante da realidade, Laura sabe que as princesas dos contos de fadas continuam a ser as mais lindas princesas…

As 14 pérolas budistas

Num templo budista, um monge queria porque queria alcançar a iluminação o mais rápido possível. Para isso, meditava mais que os outros, recitava mantras sem parar e jejuava mais do que o necessário. Com o passar do tempo, o jovem foi emagrecendo, seu aspecto era terrível, mas mesmo assim, continuava suas práticas sem esmorecer. Certa manhã, o mestre do templo interrompeu um mantra do seu ansioso aluno e perguntou: – Por que tamanha pressa, meu querido monge?